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Toalhinha de patchwork


Essa toalhinha eu fiz semana passada para o Henrique levar para escolinha, fez tanto sucesso aqui em casa que até o Matheus (meu filho de 9 anos) e o Beto (meu marido) querem uma... rsss

Para o Matheus eu já decidi que vou fazer dos Simpsons... para o Beto ainda estou pensando... mas é claro que pra eles não será toalhinha de boca, né?! rssss

Agora estou fazendo outra para o Henrique, com um hipopótamo...  coisinha mais fofa, depois posto a foto.

Você deve estar pensando: pra quê tanta toalhinha para o Henrique... mas eu explico, é que ele tem refluxo e usa bastante... e agora que começou a comer comidinha faz uma lambança...rsss 

bjo

Meu pé é uma delícia

 
 
 
 
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Meu olho continua azul...

 
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Rick e Tom Tom

 
 

Eles não estão lindos???

Esse tapete que eles estão sentados eu comprei em metro. É um tecido com uma espuminha embaixo... adorei quando vi e comprei 1,5m para colocar na minha sala... assim o Henrique consegue rolar pra todo lado sem se sujar (compreipra todo lugar, tem na casa da minha sogra, em casa e no sítio...)... mas adivinha... ele adora sair do tapete... ele quer é pegar o meu tapete que fica embaixo desse... ou rolar no piso mesmo... tudo que é novidade é mais legal, né?
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Lembrancinha de páscoa dos bebês

Essas foram as lembrancinhas de páscoa dos pequenos aqui de casa.

Eles não podem comer chocolate, mas também não podiam ficar de fora da comemoração de páscoa, por isso fiz essa toalhinhas de boca para levarem para escolinha... só coloquei uma barrinha de tecido para dar um charme na toalhinha e adorei os resultados, e vocês, gostaram?


 
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Meu coelhinho

 
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Minha primeira cueca


Olha que coisa mais querida ele ganhou da dinda do teteu!
Pena que quase não vai usar... sentiram como está justinha? rsss
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Banho de banheira

 Agora o bebê já toma banho na banheira sensitive... ela imita um balde, mas a ideia é fazer o bebê se sentir como se estivesse na barriga da mamãe.

Depois que ele aprendeu a sentar eu comecei a usar a banheira e ele adorou... eu muito mais porque aproveito enquanto ele se diverte na banheira dele pra tomar um banho bem rápido... quem tem bebê sabe da dificuldade de se tomar banho quando se está sozinha com o pequeno.

Agora ficou fácil... ele brinca, eu tomo banho, depois dou banho nele e saímos juntos da banheira... uma delícia!!!

Fica a dica pra quem tem um bebê em casa!

Bjo
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Aniversário vovô Osvaldo


No último dia 3 saímos para comemorar o aniversário do vovô Osvaldo, mas tínhamos outro motivo para comemorar também... nasceu o primeiro dentinho do Henrique! (ele já é quase um mocinho)

No dia seguinte rasgou o outro dentinho... agora ele já tem dois dentinhos em baixo... coisa mais querida!!!

Na última semana do seu quinto mês ele começou a sentar sozinho!

Agora ele já vai para o sétimo mês... passa rápido, credo!

Vovô Osvaldo (vulgo "o coiso") os nossos parabéns!!! Te amamos muito e te desejamos muita saúde, felicidade e paciência... rsss pq os pequenos não são fáceis...

bjão

ps. o apelido "o coiso" para o vovô não vem de hoje, mas ultimamente voltamos a chamar o vovô, carinhosamente, de "o coiso" por conta do Henrique... que no início olhava para o vovô e chorava... era a única pessoa que o Henrique estranhava, por isso ele se tornou "o coiso". rsss (tadinho) Agora o IQ não o estranha mais, é só alegria no colo do vovô, passou o medo do coiso... rssssss
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Patchwork de páscoa

Meninas, demorou, mas ficou pronto!
Tem umas duas semanas que estou tentando terminar meu primeiro trabalho em patchwork, um pano de prato com tema de páscoa.
Adorei o resultado!!! Claro que não ficou perfeito... muito pelo contrário, está cheio de defeitos, mas foi o primeiro. Capricharei mais nos próximos!
Espero que vocês também gostem e quem se animar é só seguir o PAP que segue abaixo.





 
          
Bjo

Porta ovos de páscoa em E.V.A.

Ainda tô por aqui xeretando sobre artesanato... e daqui a pouco o Henrique acorda para mamar... (rs), mas isso é viciante (rs).

Adorei a ideia. Muito simples de fazer para a criançada agora na páscoa.

Eu adoro esses mimos, mas me falta tempo para fazer tudo que quero. Agora nas horas vagas estou tentando melhorar o sítio e pra isso ando mais arteira do que nunca... por enquanto estou fazendo um paninho de copa de coelho, que já está quase pronto. E entre tantas coisas que quero fazer, ainda vou precisar arranjar um tempinho para agradar as crianças na páscoa!!! 

Kênya, fica a dica para fazer para as meninas!!! 

Espero que todos gostem.


Bjos

Banco com aplicação em patchwork

Pessoas,


vasculhando blogs sobre artesanato, mais precisamente sobre patchwork (minha nova paixão), encontrei esse PAP maravilhoso e resolvi compartilhá-lo com vocês (http://www.tecidospatchwork.com.br/).



Materiais necessários:
• Banco de madeira
• Cola branca, Cascorez rótulo azul
• Tesoura de picotar
• Tecidos para patchwork 
• Pincel chato


Passo 1:

Corte retalhos quadriculados dos tecidos de algodão, utilizando a tesoura de picotar.



Passo 2:

Em partes, vá passando a cola branca e em seguida colando os retalhos em moisaco harmonioso e alternando os tecidos. Deixe secar por uma hora.

Passo 3:
Passe quatro camadas grossas de cola por todo o banco, intercalando 12 horas de secagem a cada camada. Por fim, deixe secar pelo mesmo tempo.

Agradecimento especial à Carla Camargo pela ideia fantástica, ao Portal de Artesanato por tê-la publicado originalmente e à Eva e Eva por continuar compartilhando este PAP.  

É claro que vou aplicar a técnica em um banquinho lá no sítio... quando estiver pronto posto aqui para vocês darem uma conferida.

Bjos

Mulher, mãe e juíza... Ou não necessariamente nessa ordem.

Pessoal, recebi por email e não resisti... precisava comprartilhar.

É exatamente assim que me sinto todos os dias ao deixar meu pequeno
príncipe na creche!

Eu ainda não sou juiza federal, mas quem sabe um dia, né? rss


Fonte:
http://www.migalhas.com.br/dePeso/16,MI152331,11049-Mulher++mae+e+juiza+Ou+n
ao+necessariamente+nessa+ordem

Márcia Hoffmann do Amaral e Silva Turri

Mulher, mãe e juíza... Ou não necessariamente nessa ordem.

http://www.globalframe.com.br/gf_base/empresas/MIGA/imagens/94C49AC129C3FFB3
578593BA2FC60C6C612B_ScreenHunter_01%20Mar.%2023%2009.57.jpgVivo escrevendo.
Mesmo quando prometo a mim mesma que não vou mais escrever, acabo
escrevendo. Escrever, para mim, é quase compulsão. Fiquei bastante
desconfortável, contudo, com a ideia deste depoimento. Revelar dados
autobiográficos não redundaria numa exposição insuportável? Logo me lembrei,
no entanto, do Amós Oz, que diz que tudo é autobiográfico e que, se um dia
ele escrevesse uma história sobre o caso de amor entre Madre Teresa e Pelé,
com certeza seria uma história autobiográfica: não há história que não seja
confessional. Bobagem esse desconforto tardio, por conseguinte: tudo que já
escrevi, de sentenças a artigos, de mensagens em listas de discussão a votos
de felicidade em cartões de aniversário, tudo tem um quê de confessional.

Fui juíza antes de ser mãe. Achei que daria conta de tudo, numa boa.
Desconfiei que não seria uma mãe tradicional, todavia, já na primeira
gravidez, quando enjoei definitivamente do Rinaldo De Lamare e passei a
devorar Winnicott. Por que ligar para questiúnculas como banhos, fraldas e
papinhas quando refletir sobre a função do holding era tão mais
interessante? Encantada com minha leitura winnicottiana, dei muito colo para
as minhas filhas, deixei-as dormir na minha cama (minha interpretação
comodista dos desdobramentos do holding), não tirava os olhos delas. Afinal,
cuidar para que os legumes da sopa fossem sempre variados não devia ser
assim tão importante, né?

Lá pelas tantas, queria desesperadamente voltar a trabalhar. E, ao voltar,
chorava desesperadamente por ter deixado meu bebê num berçário. Nenhuma das
duas deu a menor bola para a minha infelicidade, elas adoravam o berçário.
Como adoram a escola até hoje, inclusive o curso de férias (onde deixar duas
crianças em janeiro e julho quando mamãe tem que trabalhar?). Culpa? Claro,
nunca deixei de me sentir culpada. Que mulher não se sente? Trabalhar e ser
mãe significa suportar certa medida de conflitos e de culpa. Culpa que
sempre creditei à minha herança judaico-cristã e que a literatura
psicanalítica não conseguiu aplacar: o discurso freudiano não contribuiu,
com efeito, para tornar a mãe a grande responsável pela saúde psíquica da
criança? O que fazer, então, quando a juíza, exaurida pelas sentenças em 45
dias, relatórios a cada 30 dias, conclusão em 24 horas, preferência de
idosos entre idosos, antigos entre idosos, idosos entre doentes... Se dá
conta de que não é a mãe winnicottiana, atenta a todas as necessidades das
filhas, absolutamente devotada? Cortar os pulsos?

A sensação é de estar fora do lugar. Nunca ouvi uma criança dizer que seu
pai trabalha "fora". Quem trabalha "fora" é a mãe. "Fora" é fora de casa,
referência do lugar feminino por séculos. Sensação esquisita em tempos
pós-modernos, até porque costumam dizer, por aí, que podemos (e devemos) ter
êxito como profissional, mulher, mãe, dona-de-casa, acadêmica, diretora
associativa... Ufa! Dizem que podemos (e devemos), em suma, matar um leão
por dia e ainda estarmos lindas, cheirosas e com as unhas bem feitas. Já me
vi cogitando se minha avó não era mais feliz. Mas não há como retroceder. O
gostinho da independência é muito bom. Só que o pagamento pela independência
conquistada por vezes implica não conseguir impor limites, não saber dizer
"basta". Lacan fala dessa característica da mulher: "não há limites às
concessões que cada uma faz por um homem". Acrescento: e pelos filhos. E por
tantos outros: jurisdicionados miseráveis, idosos, doentes, viúvos,
órfãos... Com frequência, cuidamos tanto dos outros que nos esquecemos de
nós mesmas. Freud diria que as mais felizes seriam aquelas capazes de amar e
trabalhar. Mas Freud era homem. Fácil demais.

Já disse que escrever, para mim, é quase compulsão. Acho que é por isso que
ultrapassei tanto as 10 linhas que me haviam sido pedidas. Mas ainda tenho
tanto a escrever!... Sobre estudos que dizem que a melhor mãe é a mãe feliz,
realizada e confiante. Sobre os dados estatísticos que demonstram (se bem
que se possa provar qualquer coisa com a estatística) que o fato de a mãe
trabalhar fora melhora o desempenho cognitivo da criança. E por aí vai. Mas
um depoimento há de ser como uma dissertação de mestrado, que, como disse
uma grande amiga minha, a gente não termina: abandona.

__________

* Márcia Hoffmann do Amaral e Silva Turri, juíza federal, duas filhas
lindas: Fernanda, de 8 anos, e Ana Luísa, de 6.


--
Até,

Jéssica Sá
familiasa.blogspot.com/

Fisioterapia



Ontem foi o primeiro dia de fisioterapia e no final quase morri de dor...

O resultado? Hoje só fiz esse aparelho aí da foto que ajuda a aliviar a dor, ultrassom e 20 minutos de gelo.

Ainda bem porque eu já estava preocupada com tanta dor para colocar o pé no chão!

Agora noite estou bem melhor... ainda sinto dor, já se tornou habitual, ou melhor, suportável.

Acho que o pior momento do dia é ao acordar. Ter que colocar o pé no chão pela primeira vez no dia não está sendo nadaaaa fácil!

E o pé continua um pão... tenho que intercalar caminhadas e pé para cima para desinchar. Não posso ficar com pé muito tempo para baixo para evitar uma trombose, ainda mais que minha vó teve nas duas pernas.

Não há de ser nada... logo, logo isso tudo termina! (se Deus quiser!!!!)
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Lembrancinhas do aniversário de 9 anos do Matheus

  
    
Já que estou de "repouso" (pq ainda estou fazendo fisioterapia) aproveitei para começar a fazer as lembrancinhas para o aniversário do Matheus.

Por incrível que pareça eu não tenho muito tempo livre pq estou sempre cercada dos meus filhotes... então tenho que esperar as ferinhas dormirem para poder colocar a mão na massa.

As lembrancinhas ainda não estão prontas, mas já estou adorando o resultado... eu simplesmente amei!!!! Principalmente por ter reciclado algo que iria para o lixo...  Queria ficar com todas! rsss mas fiz pensando na diversão das crianças, então, primeiro tenho que focar nelas... :(

Como vocês podem ver, eu forrei as latinhas de leite em pó do Henrique com essas três estampas que serviram de inspiração para a decoração da festinha. Ainda quero comprar um verniz para passar e tenho que fazer os kits que irão dentro da latinha.

São dois tamanhos de latinhas, então pensei... as grandes eu colocarei nas mesas para decorar e as pequenas serão as lembrancinhas das crianças.

Gostei tanto das estampas do gatinhos que pretendo fazer 3 quadrinhos para colocar no quarto das crianças!

Logo que ficarem prontas eu posto a fotinho pra vocês.

bjos e até a próxima.

Gatinho da titia...

Que coisa mais linda essa foto, não acham??
(Dudu)

Visita da titia Taís e do Dudu






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Eu e Matheus

Ele já está um mocinho e logo completa 9 anos, faltam apenas alguns dias...
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